20.12.08

O GRITO NEGRO DE CESARIA EVORA



O grito negro de Cesaria Evora
Sangrou nas espumas do mar
Arrefeceu a dor da herança ibérica
E fez da melancolia de uma saudade
Um canto de liberdade e força eterna
Verrumando o corpo inteiro
Varrendo as sombras das janelas.


Poema de Rafael Gregório, grande amigo, ouso dizer!
o clic é de Luana Medeiros Weyl

Um comentário:

Luana Weyl; disse...

Lindo poema!!!!!! *_*