O assunto será debatido com Drika Chagas, artista que vem se destacando na arte do grafite. Premiada e com exposições realizadas em Belém e Saõ Paulo, ela é a convidada do Café Fotográfico, programação mensal do Núcleo de Pesquisa e Documentação da Associação
Fotoativa. O debate também conta com a participação de John Fletcher, Mestre em Artes (UFPA). Nesta terça-feira,
26, no auditório do IAP - Pça Justo Chermont, 236 - a partir das 19h, com entrada é franca.
Arte contemporânea, dos muros, das ruas. Nascido nos guetos dos Estados Unidos, o Grafite deu os primeiros passos no Brasil em São Paulo, ainda na década de 70.
Com uma estreita relação com os movimentos hip hop, o grafite tem origem na mesma essência e surgiu como mais uma expressão estética de insatisfação social. Mas é uma arte que vem reformulando seus conceitos e hoje conquista o status de expressão artística.
Porém, há ainda quem veja o Grafite de uma forma reducionista e confunda com a Pichação.
Por terem ambas surgido na esteira das inconformações culturais e políticas são vistas muitas vezes como sinônimas.
No Pará, o Grafite tem representantes importantes entre eles, Drika Chagas, convidada do Café Fotográfico deste mês de junho.
O Café Fotográfico é um encontro promovido mensalmente pelo Núcleo de Pesquisa e Documentação da Associação Fotoativa.
O tema Grafite ou Pichação, tem como ideia pensar uma resposta amparados nas práticas locais, com uma perspectiva de que ambas são formas de comunicação gráfica, antropológica e estética na Cidade de Belém, numa tentativa de compreender a cidade como um campo de experiências diversas.
E o bate-papo traz um diferencial: A conversa com Drika Chagas será mediada por John Fletcher, que é doutorando em Antropologia pela Universidade Federal do Pará, Mestre em Artes (UFPA), curador independente e autor de textos científicos sobre Arte Contemporânea em revistas especializadas.
Drika Chagas - Nascida em Belém, Drika Chagas, tem se dedicado a prática e ao estudo dessa linguagem. Com formação em Artes Plásticas pela Universidade federal do Pará, vem ministrando, desde 2005, cursos e oficinas em diversas instituições.
Em 2010 foi contemplada com o Prêmio Cultura Hip Hop 2010 – Edição Preto Ghóez pelo Ministério da Cultura.

Compôs seis exposições coletivas e quatro individuais no Pará e em São Paulo.
Mais do que divulgar o Grafite, Drika Chagas, tem buscado inserir o grafite no meio artístico de Belém.
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