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12.10.10

Dica: Trovadores apresentam novo espetáculo no Dia das Crianças

Patinação no gelo, contorcionismo, trapezismo, um domador de leões e um aramista. Prepara-se para as atrações de “O Menor Espetáculo da Terra”, dos Palhaços Trovadores, em cartaz neste feriado.

O grupo, que suspendeu as apresentações deste último final de semana em função das programações do Círio, está apresentando o espetáculo nesta terça-feira, 12, na Casa do Palhaço (Na Piedade, com a Tiradentes), às 17h e 19h.

Com direção de Aníbal Pacha, do grupo In Bust Teatro, a cena une as linguagens da manipulação de bonecos e do clown. "O Menor Espetáculo da Terra" conta a história dos palhaços, que foram abandonados, perderam a cor, inclusive a do nariz. Juntos, com o desejo de ter seu próprio circo e voltar a se divertir no picadeiro, eles conseguem retomar a temperatura e o calor de seus narizes, que voltam a aquecer, recuperam a cor vermelha e ficam ainda mais brilhantes.

Serviço
"O Menor Espetáculo da Terra", com Palhaços Trovadores. Nesta terça-feira, 12, no Espaço dos Trovadores – Trav. Piedade, esquina com Rua Tiradentes, bairro Reduto – e no dia 18, às 20h30, no IAP.

11.10.10

In Bust leva lenda do Curupira para a comunidade da Vila da Barca

O In Bust Teatro com Bonecos retoma o projeto Teatro Comunidade e leva, nesta terça-feira, 12, Dia das Crianças, o espetáculo "Curupira - Um Milhão de Nós", para a Vila da Barca. A apresentação será na sede da Associação dos Moradores da Vila da Barca - Rua Prof. Nelson Ribeiro, 66 - próx. a Fund. Curro Velho. A programação iniciará às 10h, com entrada franca. Realização In Bust Teatro com Bonecos. Patrocínio Banco da Amazônia.

Criado para o programa Catalendas da TV Cultura do Pará, o espetáculo já está há dez anos em cartaz. Em “Curupira – Um Milhão de Nós” está o linguajar caboclo, que tem palavras como “mundeado”, “sumano”, entre outros, ligando o público à cultura de nossa região.

Conhecido como o protetor de todas as florestas e animais, o Curupira, personagem lendário da região amazônica, aparece em forma de moleque com os pés voltados para trás. Ele é temido por todos aqueles que caçam ou desmatam por mera ganância.

Assim, nesta montagem do In Bust um caçador acaba mundeado por não respeitar a premissa de se caçar apenas para sobrevivência. Desta forma, ele é ajudado por um Pajé e sai do transe aplicado pelo moleque Curupira e aprende mais sobre como cuidar do meio ambiente.

O causo é todo contado pelos três cantadores (atores manipuladores) que se utilizam de paródias das toadas de boi, carimbó e samba de cacete – ritmos da cultura paraense - e de bonecos manipulados com vara, acompanhados por máscaras, mamulengos e outros. Os personagens trazem mensagens de preservação ao meio ambiente, tudo de forma lúdica que envolve e encanta crianças e adultos.

Além de chegar à Vila da Barca, o projeto ainda será levado à Comunidade Timbirinha, no Jurunas, no dia 30 de outubro; à Comunidade Quilombola Guajará-Miri, no Baixo Aurá, no dia 7 de novembro e à Comunidade Quilombola do Abacatal, em Ananindeua, no dia 28 de novembro. Em dezembro haverá ainda mais duas apresentações: no dia 11, ao Lixão em Castanhal e no dia 15 em uma Comunidade Fluvial, que ainda não está definida.

Projeto Teatro Comunidade – O projeto Teatro Comunidade já se chamou Sábado Comunidade, pois acontecia prioritariamente aos sábados, em alguma comunidade da periferia de Belém ou da região das Ilhas. Com o tempo, as solicitações de apresentações em centros e associações comunitárias, comunidades distantes e das ilhas que circulam Belém foram aumentando e exigindo outros dias de apresentação.

Então, o In Bust resolveu mudar o nome, mas a filosofia é a mesma, de levar o teatro com bonecos onde o povo está, onde o teatro não chega com facilidade e mostrar não só o espetáculo, mas oportunizar que as pessoas conheçam de perto como funciona o trabalho do grupo.

“A intenção é estender ao público o conhecimento de todo processo sobre o trabalho do In Bust. Assim, antes da apresentação, a gente fala sobre a metodologia de montagem, os elementos que envolvem a dramaturgia desta linguagem e os princípios básicos do trabalho deste grupo com distribuição de um material gráfico que apóia a atividade”, explicam os integrantes do In Bust, Aníbal Pacha, Paulo Ricardo Nascimento, Adriana Cruz e Cristina Costa.

Após cada apresentação, o público pode conversar com os atores manipuladores e ter a chance de tocar nos bonecos, descobrindo que é possível também trabalhar com eles.

Patrocínio Cultural - O Banco da Amazônia sempre acreditou e apostou no projeto. “É interessante para o Banco da Amazônia ser parceiro deste projeto, haja vista o mesmo ter perfeita concordância com sua missão de fomentar a cultura regional, agregando com isso valor a sua marca, ao tempo que com a parceria proporciona momentos de lazer, através da cultura, às comunidades atendidas”, afirmação da Gerência de Imagem e Comunicação do Banco da Amazônia.

Além do Banco da Amazônia, o projeto conta ainda com os apoios importantíssimos da Refry, Hiléia, SESC PA, Malungo - Coordenação Estadual das Comunidades Remanescentes de Quilombo, Associação dos Moradores do Vai-quem-quer (Cotijuba) e Rio Ligth Sanduiches.

Serviço
Apresentação do espetáculo “Curupira – Um Milhão de Nós” – Projeto Teatro Comunidade – In Bust – Teatro com Bonecos. Nesta terça-feira, 12, Dia das Crianças, a partir das 10h, na sede da Associação dos Moradores da Vila da Barca - Rua Prof. Nelson Ribeiro, 66 - próx. a Fund. Curro Velho. Informações: 91 8134.7719.

14.5.10

O In Bust Teatro com Bonecos está na cidade do JB e das bicicletas

A visão noturna da foto ao lado foi clicada do JB, um restaurante que nos lembra bastante a estrutura do Mormaço, em Belém, mas que em Abaetetuba é referência de peixe bom e onde também tem sempre uma amostra daquilo que o município se orgulha em ter, a cachaça.

Cidade do miriti, das atrizes Dira Paes e Eunice Baia, é também das bicicletas. São 30 mil veículos desses circulando pelo centro e periferia do município.

A quantidade é tanta que já existe até sinalização de proibido entrar ou estacionar direcionada a estes simpáticos veículos. Quando o folheto turístico diz que Abaetetuba é a Pequim Amazônica, não está mentindo.

A ação do In Bust iniciou nesta manhã de sexta-feira, com a realização do workshop "O jogo como processo criativo - Uma experiência no espetáculo Catolé e Caraminguás". Cerca de 20 pessoas, entre arte educadores e professores, participaram.

Dentro de alguns minutos, a partir das 18h, haverá exibição de episódios do programa Catalendas, produzidos em parceria com a TV Cultura do Pará e apresentação do espetáculo “Catolé e Caraminguás”, na Quadra de Esportes da Escola Estadual Benvinda de Araújo Pontes.

Além de Abaetetuba, o grupo também segue à Cametá, já neste sábado, 15. A programação faz parte do projeto Circula Catolé, Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz. Na semana passada o grupo esteve também em Rondon do Pará e Marabá, no sudeste paraense.

O “Circula Catolé” é mais um projeto de circulação do grupo que há 14 anos (que serão completados em junho) vem desenvolvendo a linguagem do teatro de formas animadas com atores em cena. O workshop levará ao público a experiência do grupo na montagem de “Catolé e Caraminguás”.

Este é o mais recente espetáculo do In Bust uma livre adaptação do texto original de Martins Pena “Os Ciúmes de um Pedestre ou o Terrível Capitão do Mato”, inspirado na Comedia Dell’Arte.

A peça conta, através de muita confusão e peripécias a história de uma trupe teatral, formada pela família Pepelone, que atua em teatro de bonecos. O espetáculo estreou no ano passado, exatamente no mês de maio. Foi montado com o prêmio de foento ao teatro da Secutl, cujo nome homenageia o diretor Cláudio Barradas.

Em Belém, o público também terá oportunidade de ver o espetáculo, no dia 29, quando será realizado o encerramento do projeto, a partir das 19h, no Casarão do Boneco. (Av. 16 de Novembro, 815).

Adriana Cruz e a Trupe Peperone, em entrevista à TV Record, na manhã de quinta-feira, 13

Na ocasião também acontecerá a projeção das fotos da circulação do projeto. Não perca! É tudo com entrada franca.

Circulação - O In Bust tem levado seu trabalho a muitos públicos alinhados em beiras de estradas, ramais, rios, baías, igarapés, comunidades quilombolas ou situadas em bairros da periferia de Belém.

Além do Circula Catolé, já foram desenvolvidos outros projetos de circulação como o “Boneco na Estrada” que desde 2004 tem levado os espetáculos do grupo aos quatro cantos do Pará. Já são 50 municípios visitados só no Pará, mas o grupo também já circulou por outras cidades brasileiras, como Manaus, Rio de Janeiro e São Paulo.

Ficha Técnica

Cristina Costa (Raimunda), Mariléa Aguiar (Manoela), Charles Wesley (Koshiro) e Michel Amorim (Zulu), além de Aníbal Pacha (Saul).

A pintura de panada é de Maurício Franco e a trilha sonora é de Fabrício Cavalcante. A direção é de Paulo Ricardo Nascimento e de Adriana Cruz, que também assina a dramaturgia.

Serviço
Em Cametá, o Workshop será de 18h às 22h, no Auditório do Campus da UFPA. Inscrições: NAC - Núcleo de Arte e Cultura, UFPa. A projeção do Catalendas e o espetáculo, no domingo, 16, a partir das 10h, no Hall do Campus.