
Nos mais recentes, em todos, o Pará tem pelo menos um contemplado. No Prêmio de Apoio à Gravação de Música Popular, o Grupo de tradições Marajoara Cruzeirinho (Marajó) aprovou o CD “Carimbó – dança de rara beleza”;.
O Grupo de Ação Ambiental Vila Viva – Ponto de Cultura da Oca (Santarém) vai realizar o Projeto de Formação “Circo em Alfa - Continuidade e fortalecimento”, com o Prêmio Carequinha de Estímulo ao Circo.
O Prêmio de Apoio à Gravação de Música Popular contemplou, ao todo, 20 proponentes. Cada um deles receberá aporte financeiro de R$ 35 mil para gravar e divulgar um CD de música, prensado ou virtual. Mais de 800 projetos concorreram aos prêmios.
Na divulgação mais recente dos editais da Funarte, o maior número de projetos selecionados ficou com o Prêmio Carequinha de Estímulo ao Circo. Este ano, 103 proponentes foram contemplados.
Com as premiações, que podem chegar a R$ 40 mil, companhias, trupes e grupos circenses poderão adquirir novos equipamentos, viabilizar montagens, investir em circulação de espetáculos, organizar programas de formação, realizar pesquisas ou homenagear artistas.

Com o projeto “Sobre o vazio”, na categoria Pesquisa, Experimentação e Criação Em Linguagem Fotográfica, está Alberto Bitar, que este ano vem sendo selecionado e premiado em editais, salões e festivais de cinema.
Foto: "Sobre distâncias e incômodos e alguma tristeza", de Bitar.
A fotógrafa Shirley Penaforte, com o projeto “Imagens Submersas”, e Elza Lima, com o projeto “O lago da lua ou Yaci Uaruá - As amazonas do rio-mar”, venceram na categoria Documentação Fotográfica / Registro das Transformações do Cotidiano na Sociedade.
Também foi premiada a fotógrafa Flavya Mutran, na mesma categoria que Alberto Bitar. Ela que está fazendo Mestrado no Rio Grande do Sul, se inscreveu de lá, com o projeto “Pretérito imperfeito de territórios móveis” (foto abaixo).
Dias atrás também saiu o resultado da Bolsa Funarte de Estímulo à Criação Artística em Artes Visuais 2010, onde foi premiada a fotógrafa Maria Christina. Armando Sobral também foi premiado e recebeu o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea. Já em outra área, divulgado um pouco antes, o Galpão de Artes de Marabá foi contemplado pela Rede Nacional Funarte Artes Visuais.

Nesta edição do programa, as premiações estão divididas em três categorias. Duas delas, “Pesquisa, experimentação e criação em linguagem fotográfica” e “Documentação fotográfica / registro das transformações do cotidiano na sociedade”, oferecem aporte financeiro de R$ 40 mil, a cada projeto selecionado. Já os contemplados na categoria “Produção de conhecimento por meio de apoio ao pensamento crítico e teórico” recebem prêmios de R$ 10 mil.
N.E. Agradeço a foto enviada e a colaboração de Alberto Bitar para esta postagem. A fotografia de Flavya Mutran, encontrada em seu weblog, e a do Cruzeirinho, foram rastreadas pelo Holofote Virtual na internet.
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