Depois do Encontro da Rede Teatro da Floresta, dia 12, da Videoconferência Regional, dia 15, e da Assembléia Setorial de Teatro do Pará, no dia 16, foi aberto um Fórum Livre e Permanente de encontros para conversas sobre a produção de teatro paraense.
O primeiro encontro aconteceu no dia 18, no Teatro Gasômetro, reunindo representantes de grupos e movimentos de teatro. Nesta primeira reunião os participantes decidiram os próximos temas a serem debatidos.
O segundo que acontece hoje, 25, a partir das 19h, na sala multi-meios do IAP – Instituto de Artes do Pará. Será discutido “O que é política pública para teatro”, tema que será conduzido pelo ator e diretor Nando Lima, da área de cênicas do IAP, e por Karine Jansen, diretora da Escola de Teatro e Dança da UFPA.
Para os próximos encontros, marcados sempre para as segundas-feiras seguintes, os assuntos serão, respectivamente: “Plano Municipal de Teatro – Diretrizes e Ações” e “Plano Estadual de Teatro – Diretrizes e Ações”.
“Outros assuntos foram propostos, a partir das falas de todos: “Teatro e Representação de Classe”, que será o tema do 4º encontro (ainda sem data marcada) e “Custo Amazônico para o teatro no Pará”, que será elaborado por mim e pela Karine Jansen, mas sem data prevista ainda”, diz Paulo.
Assembléia - A realização da Assembléia Setorial de Teatro foi uma iniciativa da sociedade civil com organização de uma comissão formada por integrantes da In Bust Teatro com Bonecos, da Associação de Teatro e Dança da Amazônia, da Cia Fênix de Teatro, da Rede Teatro da Floresta, do Movimento Briga Teatro e da Cia de Dança Waldete Brito e da Escola de Teatro e Dança da UFPA, além do representante regional do Ministério da Cultura, Delson Cruz, que viabilizou a estrutura da Assembléia.
No Teatro Cláudio Barradas da Escola de Teatro e Dança da UFPA, naquela sexta-feira, 16, a partir das nove da manhã, estavam presentes atores, diretores, bailarinos, coreógrafos, dramaturgos, professores, dirigentes públicos ligados à cultura e representantes do IAP, Secult e Funarte, entre outros que de alguma forma se sentem envolvidos com arte e cultura.
O objetivo da assembléia foi discutir políticas públicas para as artes e cultura no estado e restabelecer o engajamento dos artistas, elegendo também uma delegação que irá representar a classe em Brasília, durante a II Conferência Nacional de Cultura, no mês de março.
Na eleição dos delegados, que aconteceu durante a parte da tarde, os participantes, divididos em grupos, por temas, elaboraram as propostas que serão levadas à conferencia nacional.
“Ainda que parecesse um re-make, e que essa aparência infelizmente tenha afastado alguns "vacinados", um olhar mais próximo deu o foco da pretensão para além de governos. Além da participação quantitativa, a maioria presente se empenhou em discutir, levantar propostas e escolher a delegação para a Pré-conferência Setorial Nacional”, disse Paulo Ricardo, eleito um dos delgados.
Todos eles, articuladores da Rede Teatro da Floresta, que vem desde o ano passado sendo constituída e sendo instrumento de mobilização, discussão e disponibilização de conteúdos artísticos produzidos em toda a região Amazônica.
“Mesmo que possa parecer imatura e tímida nossa pretensa contribuição para o Plano Nacional Setorial de Teatro, há de se sublinhar que o sumo das propostas levantadas é a fala de cerca de 80 teatreiros do Pará. Mais ainda, se considerarmos que os que estavam presentes eram representantes de grupos e podemos mutiplicar esta quantia. Fala que respaldará, em Brasília, diante de delegações de todo o Brasil, a presença da delegação escolhida, que também vai compor uma voz regional em torno de um tema comum: O Custo Amazônico”, disse Paulo.
Serviço - Rede Teatro da Floresta - Para conhecer, acesse: http://redeteatrodafloresta.ning.com/
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