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| Naldinho Freire, no estúdio Budokaos Foto: Gabriel Freire |
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| Marcel Barreto Foto de Naldinho Freire |
| Naldinho Freire Foto de Juliana Salgado |
| Gláfira Foto de Juliana Salgado |
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| Lucas Torres Foto de Naldinho Freire |
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| Naldinho Freire, no estúdio Budokaos Foto: Gabriel Freire |
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| Marcel Barreto Foto de Naldinho Freire |
| Naldinho Freire Foto de Juliana Salgado |
| Gláfira Foto de Juliana Salgado |
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| Lucas Torres Foto de Naldinho Freire |
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| Em Alagoas (Foto: Divulgação) |
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| Com Beá Santos, no Teatro Glauce Rocha da UFF em Niterói |
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| Foto: Elcimar Neves |
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Naldinho Freire e Ana Clara Fotos: Ketlen Santos e Tita Padilha, respectivamente |
Ambos possuem trajetórias artísticas que já contam com shows e gravações. Ana Clara lançou o primeiro disco em 2015, já Naldinho, lançou o primeiro disco, um vinil, em 1995. Ana o conheceu quando ainda trabalhava na Rádio Cultura e o entrevistou à época em que o cantautor estava lançando, em Belém, o álbum “sem chumbo nos pés”, em maio de 2018, e, desde então vem acompanhando a carreira dele. “Acho o trabalho bem bonito e plural”, diz a cantora e compositora.
Ele tinha acabado de chegar na cidade e fez uma apresentação na Casa do Fauno, no Reduto, e assim concedeu algumas entrevistas na imprensa local. “Ana Clara, que era a apresentadora do programa Conexão, da Rádio Cultura, foi a primeira pessoa em uma rádio no Pará a me entrevistar”, lembra Naldinho que, mais adiante, por conta de sua ligação, também musical, com Natália Matos, acabou conhecendo o trabalho de Ana, pois as duas têm uma parceria também. Gostou do trabalho dela e este ano resolveu convidá-la, para comporem uma canção.
“Nos comunicávamos de vez em quando, ele mandando atualizações do trabalho dele, e recentemente veio a conversa sobre compormos algo juntos. Eu lembrei dessa letra que eu tinha escrito há um tempinho, acho que fim de 2019 ou começo de 2020, que me pareceu ter a ver pra essa parceria e achamos que ela tinha um sentido forte nesse momento, uma luminosidade esperançosa que acho que calha bem pra agora”, comenta Ana.
A canção "Clareira", explica Naldinho, “traz um texto que condiz com o período que estamos vivenciando e nos convida a ficarmos atentos às fagulhas de esperança, fortalece a filosofia de que trata o multiartista Pedro Osmar - é coisa de poeta, navegar na contramão- , que através da música, das artes, conseguimos espantar o medo, baixar a febre”.
A canção, nessa primeira apresentação, vem com a voz dele, dois violões (cordas de nylon e aço) e uma sutil percussão (Moringa e ganzá). E é mais uma parceria em meio a uma invejável coleção que ele já possui. Residindo, hoje, em Santa Cruz de Cabrália, na Bahia, ele segue realizando inúmeras conexões, como tem feito em sua trajetória.
“Nesse período pandêmico tenho composto muito e construído parcerias à distância, portanto, chegou o momento de concretizarmos eu e Ana Clara uma parceria musical, eu na Bahia e ela em Belém do Pará. Ela me enviou o texto e fomos discutindo a melhor forma de trazê-lo para o universo da canção, chegamos ao formato que percebemos o diálogo texto-canção e que estávamos satisfeitos com a estética do trabalho musical. Após essa fase, iniciei o processo de gravação do registro audiovisual da canção e chegamos ao resultado que foi publicado no meu canal no Youtube”, conta ele.
Projetos e novas parcerias
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Ana Clara e Lucas Padilha - Meio Amargo Foto: Tita Padilha |
Ela acabou de lançar um clipe com o Meio Amargo, com apoio da Lei Aldir Blanc. A música chama-se "Golpe de Sorte", e está trabalhando o disco por meio de uma emenda parlamentar do então deputado Edmilson Rodrigues. Vem lançamento aí, em breve.
“O álbum já era um plano antigo, então estamos felizes de finalmente conseguir lançar, em breve. E também com o resultado, especialmente porque foi um processo desafiador pra gente produzir nesse período, sem reunir a banda e com cada integrante enfrentando diferentes tipos de dificuldades. Houve momentos em que achamos que não daria certo, por isso ver as músicas tomando forma tem sido muito gratificante”, conta a cantora.
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| Clareira, para ouvir no Youtube |
Diante desse corre artístico que cada um possui, por enquanto “Clareira” fica como está, até que as coisas possam convergir novamente. “Em conversas com Ana Clara já pensamos na possibilidade de gravarmos um single, um outro clipe com a participação dela , mas, o melhor é deixar fluir os acontecimentos em torno da canção, curtir esse resultado, divulgar para que as pessoas percebam a força dessa canção e o que ela tem a contribuir com esse momento que necessitamos de construir clareiras”, define Naldinho.
Para ouvir a música:
https://www.youtube.com/watch?v=yy6_CA4Z_7Y&feature=youtu.be
Mais sobre os compositores:
Lançado pela primeira vez em 1995, O LP LAPIDAR - selo Caravela Records e distribuição da Warner Music Brasil - contém 10 faixas que falam sobre sua vivência cultural no bairro em que nasceu, em João Pessoa, e suas experiências e anseios como um jovem artista na busca da construção de uma arte transformadora.
Para Naldinho, o momento é de felicidade em poder lançar o LP de uma forma mais acessível buscando trazer a tona suas vivências dos anos 90 em contrapartida ao momento vivenciado hoje de pandemia: "As minhas expectativas são as melhores em trazer essa vivência para esse momento, principalmente por se tratar de uma pandemia, me reconectando com o período em que vivi nos anos 90. Espero que as pessoas gostem dessa remasterização, tanto as que possuem o LP e poderão ter um acesso melhor, quanto as que ainda não conhecem meu trabalho".
Lançar LAPIDAR de forma digital é dar mais acesso ao público de poder conhecer o início da carreira do cantor e de expandir ainda mais o seu trabalho, uma vez que a internet é um dos caminhos que sempre está crescendo e em que todos estão inseridos. É um novo contexto de lançamento comparado ao que se tinha no ano de 1995.
A carreira de Naldinho Freire registra um vinil, três CDs, um DVD, participações em coletâneas músicas, concertos em várias cidades do Brasil e europeias. No ano de 2019, em Belém do Pará, lançou o seu quarto álbum de título “sem chumbo nos pés”, e realizou turnê pelo Nordeste e Sudeste do Brasil, além de apresentá-lo em Cabo Verde, na Argentina e em Portugal.
“LAPIDAR”
- Lançamento: Caravela Records.
- Distribuição: Warner Music Brasil.
Link para o pre-save:
https://fpt.fm/app/30266/lapidar
Inscreva -se no canal:
bit.ly/youtubenaldinhofreireoficial
Redes Sociais, Website e Spotify:
Instagram:
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@naldinhofreire
Website:
Spotify:
Serviço
Live Naldinho Freire - lançamento digital do LP LAPIDAR (1995). Live nesta sexta-feira, 24, às 19h, n no youtube Naldinho Freire Oficial - bit.ly/youtubenaldinhofreireoficial
(Edições do Holofote Virtual, com texto produzido por Pei Shung Fon, estudante de Relações Públicas e voluntária no projeto de extensão Bureau de Comunicação Comunitária da Agerp/Cos/Ufal, sob orientação coordenação da professora Manuela Callou e da adjunta Keka Rabelo).
| Foto: Mácio Ferreira |
Legítima Defesa é música inspirada em ritmos afros, oriundos de Cabo Verde e da Nigéria, além de uma mistura cultural brasileira interessante ao reunir artistas do Pará, Paraíba e Pernambuco. A letra fala sobre como é viver num país que foi colonizado como o Brasil, mas embora já tenham se passado séculos, ainda se vive aqui, situações de racismo e violências que se refletem principalmente nas periferias.
Para Mariza Black, paraense nascida em Belém, foi um prazer gravar a música. “Foi uma honra gravar essa música, ainda mais pela mensagem que ela nos repassa de luta e resistência da cultura negra, em nosso país”, diz ela, que possui voz inconfundível. A artista, que sempre mergulhou no samba, interpretando obras de grandes compositores, agora segue um caminho mais autoral. Há dezessete anos cantando profissionalmente, em 2019, lançou seu 1º álbum intitulado “Samba Parauara”.
Mariza Black, uma das maiores intérpretes de samba paraense, tem 17 anos de carreira, com presença marcante nos palcos, cantando e encantando ao som da percussão e do cavaquinho na cadência de composições do samba local, bem como na interpretação de grandes clássicos nacionais. A paraense também é uma das raras mulheres puxadoras de samba enredo com atuação nas escolas de samba Caprichosos da Cidade Nova (Ananindeua), Piratas da Batucada (Belém) e Crias do Curro velho (Belém) e do Bloco Unidos da Pedreira (Belém). Atualmente, ela coordena o Encontro Nacional das Mulheres na Roda de Samba no Estado do Pará.
Naldinho Freire reuniu talentos na obra
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| Foto: Léo Eccard |
“Quando li essa letra, lembrei imediatamente do ritmo da Tabanca, que conheci a partir do meu encontro com o músico cabo-verdiano Mário Lúcio, e que se parece muito com o Ijexá. Pensei imediatamente na Mariza Black para interpretá-la”, diz Naldinho. “E também convidamos a percussionista Loba Rodrigues”, complementa ele que em 2010, através da Embaixada do Brasil em Cabo Verde, realizou shows na cidade de Praia e São Domingos.
Loba diz que eles se reuniram para fazer o desenho rítmico da música e ela foi inserindo outros elementos. “Eu me inspirei nos grupos de afoxé, os mais diversos, e também no ritmo da Tabanca, que Naldinho me apresentou. Fiz uma pesquisa e o que ouvi mais, foi o trabalho do grupo Sementeira, do qual participou o músico Mário Lúcio, que esteve em Belém em 2019”, comenta.
A Tabanca é um ritmo binário, executado por tambores, cornetins e búzios, estes geralmente em três registos diferentes (grave, médio e agudo) responsáveis pelo ostinato rítmico-melódico, cuja tessitura geralmente é de uma sexta. Já o Ije’xa, é oriundo da cidade da Nigéria, mas foi trazido para a Bahia pelo enorme contingente de iorubás escravizados que aportou neste estado do final do século XVII. Esse ritmo vem desde então sendo executado na música brasileira por artistas diversos.
O autor da letra, Escurinho, é artista pernambucano radicado na Paraíba. Nascido no Sertão de Pernambuco, Escurinho acabou se mudando com a família para a cidade Catolé do Rocha, na Paraíba, onde passou a maior parte da infância e adolescência e onde tem os primeiros contatos com o fazer musical. Foi nesse contexto que conheceu o jovem Chico Cesar que passou a ser um parceiro, e, mais tarde, em João Pessoa, Naldinho Freire, cantautor paraibano, cujo trabalho remonta aos anos 90, quando lançou o LP Lapidar.
Além do lançamento do single, também será disponibilizado nos canais de Youtube dos artistas, clipe e mini doc mostrando os bastidores da gravação. Os vídeos têm a direção de Vinicius Fleury - Flemi Filmes e a canção tem a participação de Marcel Barretto (violão / Aço, synth bass, gravação e masterização – Budokaos).
Serviço
Lançamento do single e clipe de Legítima Defesa, música de Naldinho Freire, com letra de Escurinho e interpretação de Mariza Black. Dia 15 de janeiro, às 19h, nas principais plataformas digitais da música e YouTube dos artistas.
Após três anos de uma gestação cuidadosa, com apresentações musicais por vários estados brasileiros, além de Cabo Verde e Portugal, Naldinho Freire lança hoje (10), às 20h, no Teatro Margarida Schivasappa, o seu 4o álbum, que traz 12 faixas, que resultam de parcerias diversas com poetas, compositores do Pará, Rio de Janeiro, Maranhão, Maceió e Paraíba. O Ingresso custa R$ 2,00 na bilheteria.![]() |
| Natália Matos |
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| Ramon Rivera |
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| Camila Honda |
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| Pedro Viana |
Naldinho Freire no show "sem chumbo nos pés"
Foto: Camila Figueredo
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| Manuel di Candinho e Mário Lucio, participações em Belém. Foto: Camila Figueredo |
| Lançamento em Belém teve várias participações paraenses. Foto: Camila Figueredo |
Patrícia Lia iniciou sua carreira profissional no final dos anos 1990, passando por bandas como Tempero da Tribo, Banda Batom Carmim, Amor Perfeito e Ladymoon, esta última, um projeto de 2010, vivenciando o universo musical como cantora e produtora. Fez shows em diversas casas de Belém, outros municípios paraenses e cidades brasileiras, com repertórios sempre dançantes.
Márcio Macedo é músico e produtor cultural, atuante na área da música, pela M.M. Produções. Depois de participar de festivais e adentrar no universo da produção, a música vem sendo retomada, com previsão de lançamento do EP “Mar Adentro”, que ele realiza pela Lei Aldir Blanc, trazendo cinco músicas em parceria com o compositor Ronaldo Silva.
Naldinho Freire é cantautor nascido em João Pessoa - Paraíba, residente agora na cidade de Santa Cruz Cabrália – Bahia, mas que até inicio deste ano tinha Belém como morada. Andarilho, tem carreira com CDs lançados, o último dele “sem chumbo nos pés”, gravado e lançado no Pará. Naldinho é artista que conecta outros artistas, como Márcio e Patrícia.
Pa Badja é um tema musical leve e suave em sua base melódica e harmônica. A música concretiza a primeira parceria entre os compositores, que se conheceram em 2017 e atuaram juntos em vários projetos. Marcio Macedo, compositor da melodia, esteve na equipe de produção executiva de lançamento do álbum “sem chumbo nos pés” (2019), de Naldinho Freire, autor da letra, que tem o título e parte do texto no idioma crioulo caboverdiano.
Freire também assina a produção musical e divide os arranjos com a violoncelista Amanda Alencar e a percussionista Loba Rodrigues. Pa Badja é um trabalho coletivo de gravação, que possibilitou a vivência e a troca de experiências entre artistas de várias gerações e formações, gerando um resultado sonoro, imagético e poético, capaz de conduzir o espectador a sensações agradáveis e eufônicas.
O projeto foi concebido, realizado e finalizado na cidade de Belém - Pará, as gravações aconteceram no Fluxo Estúdio, durante o mês de novembro de 2020, sob os trabalhos técnicos de Lucas Machado e do músico Delcley Machado, que também participa tocando contrabaixo acústico. A mixagem e masterização foram executadas por Marcel Barreto, no Budokaos Records no mês de dezembro de 2020.
Serviço
Escolhe a tua plataforma, o pré-save da canção “Pa Badja” já está disponível! https://ffm.to/pabadja - Compositores: Marcio Macedo/ Naldinho Freire Intérprete: Patrícia Lia Lançamento: 13 de março, às 19h, nas plataformas digitais e videoclipe em nossos canais no YouTube e redes sociais dos artistas, da M.M. Produções e Holofote Virtual.
“Faz algum tempo que eu desenvolvo o projeto Entre Panelas, Memórias e Sentidos, onde faço a relação do cozinhar com a ancestralidade. Quando comecei a minha pesquisa, reunia mulheres para cozinhar e trocar experiências. Trocávamos receitas e falávamos de coisas do feminino, de nossas historias de amor. Era um grupo restrito, e depois começou a ampliar. Mas eu tinha dentro do projeto outras vertentes, de fazer contato com pessoas que produzissem alimentos de forma ancestral", conta a pesquisadora.![]() |
| Manuel di Candinho, também vereador da cultura em seu país |
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| Mario Lucio, ex Ministro da Cultura de Cabo Verde |
Fixou residência, por dois anos, em Portugal, onde integrava o Africa Star. Em terras lusitanas, paralelamente, tocou ao lado de músico angolanos e moçambicanos, no grupo musical Jóia Bantu.